Mensagens

A mostrar mensagens de Outubro, 2009

da chuva

Imagem

catengue

Imagem

infinitização

Imagem

adelino torres fim de tarde

música urbana luandense

Com 1.ª ed. em 2007, veio a público o título O percurso histórico da música urbana luandense: subsídios para a história da música angolana, da autoria do luandense José Weza (José Cristóvão da Silva Júnior). Trata-se de uma obra incontornável para quem queira estudar o assunto. Remontando às origens do semba ou da massemba, com seguro apoio no crioulo Óscar Bento Ribas, vem até aos últimos anos, reunindo um conjunto de referências muito completo e variado. Vale a pena ler. Junto ao nome do autor, na ficha técnica, vem um número de telemóvel, certamente para quem deseje pedir e comprar exemplares: 00 244 912 912 282.

sobre o pano

Imagem

tropicologia subversiva

a partida

Imagem

equipamento para banhistas

Imagem

o centro

Imagem

impressões digitais

Imagem

a cortina 15

Imagem

cortina 13

Imagem

cortina 12

Imagem

a cortina 11

Imagem

a cortina 10

Imagem

acortina 9

Imagem

acortina 8

Imagem

a cortina 7

Imagem

cortina 6

Imagem

a cortina 5

Imagem

a cortina 4

Imagem

a cortina 3

Imagem

a cortina

Imagem

cortina

Imagem

paisagem urbana benguela

Imagem

tese

Por mão amiga tive conhecimento de uma tese interessante de Carla Susana Além Abrantes sobre M. António, que pretendia ultrapassar a dicotomia negritude / crioulidade. Ao lê-la com atenção, porém, alguns pontos me desiludiram: várias informações erradas e ausência de informações fundamentais sobre a minha pessoa; afirmações sobre o que defendo feitas, em pelo menos duas ocasiões, sem dar o mínimo fundamento textual e confundindo-me (e a José Carlos Venâncio) com o prolongamento do colonialismo e do luso-tropicalismo; suspeitas de que, vivendo em Portugal, afirmamos o que afirmamos por ligações a "interesses" e não podemos expressar o que pensam os angolanos. Tudo isso me parece inadmissível numa tese de mestrado, que pelos vistos se prolonga para um doutoramento, agora sobre «um governo em "desordem", uma elite "incapaz" e cidadãos "excluídos": as condições de um debate em torno do Governo Central de/para Angola». Não sei se é somente como cient…

antigo forte

Imagem
(foto: Cidália Cotrim)

segue

Segue. Nem das pedras Recordes: o caminho Só foi feito para andar.

fala antes da fala

A partir das leituras que fui fazendo em neurobiologia, particularmente a de António Damásio, percebi que havia, ou pelo menos podia haver, uma espécie de fala antes da fala, fosse ela com imagens sonoras e visuais ou só com uma dessas componentes (a visual). Isso está implícito, é dedutível dessas obras que, se não o dizem explicitamente, deixam-nos todos os elementos necessários para o concluir. Essa minha intuição, em que tenho fundado uma das reformulações que proponho para a teoria literária, encontra-se cada vez melhor e mais exatamente formulada, em termos científicos. A última notícia vem num artigo da revista Science, no número acabado de sair. O artigo reporta uma experiência, relatada a pp.445 do mesmo número, que demonstra que a área de Broca é ativada para a produção e para a compreensão da linguagem, bem como nas operação de 'unificação' de sons em palavras e de palavras em frases, atravessando e superando as fronteiras entre fonologia, morfologia e sintaxe. Outr…

evocação

Imagem

pesadelo burocrático

Imagem

caimbambo

Imagem

desraiz

Imagem

caminho fechado com sombra

Imagem

indo e vindo

Imagem

novo jornal contra caranguejo

O Novo jornal vem-se afirmando, número a número, como um dos melhores (se não o melhor) semanários angolanos no momento. Tem uma linha editorial arejada e séria, bons articulistas, bons jornalistas, sentido de oportunidade sem oportunismo. Esta semana, dois artigos de opinião a destacar, por sinal dois artigos sobre a comunicação social angolana, a isenção e a liberdade no jornalismo do país: o de João Melo, a propósito da maneira como a imprensa escrita tratou o documento da UNITA relativo às diferenças nas suas propostas constitucionais face ao MPLA; outro, de António Tomás, sobre «Questionar o poder» - a propósito do recente artigo de Adriano Mixinge, n'O país, sobre o último livro de José Eduardo Agualusa. Angola está, a cada instante, a regressar à ditadura ou a avançar para uma democracia na aceção contemporânea da palavra. É com textos como estes que vamos no sentido da liberdade e da responsabilidade. Para trás anda o caranguejo.

st-f

Imagem

pormenor

Imagem

in memoriam

Porta. Uma outra fechada. O fogo alimenta A pedra lapidada.

a grande mãe

Imagem

a um deus desconhecido

Imagem

bala quimbanda 2003

Imagem

santo agostinho sobre o livre arbítrio

"...assim como é próprio da bondade fazer bem aos estrangeiros, também não é próprio da justiça vingar-se nos estrangeiros" (Lisboa, IN-CM, 2001, p. 147)

luanda à noite

Imagem

símbolo-chave

Imagem

çeuchão

Imagem
"eu nasci lá numa terra onde o céu é o próprio chão" (Belchior, cantor brasileiro)

ouro e jade

Imagem

kalunga

Imagem